É um documentário interessante sobre cooperativas no Brasil. Para o ver na integra basta clicar aqui. Espero que gostem da sugestão.
# por Leitura Capital
Posted in mentalidade, Trabalho, União, tagged cooperativas on 13 de Maio de 2011| Leave a Comment »
É um documentário interessante sobre cooperativas no Brasil. Para o ver na integra basta clicar aqui. Espero que gostem da sugestão.
# por Leitura Capital
Posted in Ambiente, capitalismo, crise, Cultura, democracia, Educação, Fome, Informação e Luta, intelectuais, Liberdade, Livros, Manipulação, mentalidade, Momento Sindical, Opinião, organização, Participação, Paz, planeta terra, revolução on 13 de Abril de 2011| Leave a Comment »
(Para uma versão com música cliquem aqui! )
Para breve também na Madeira!
Sofia Vilarigues
– http://eco-fenix.blogspot.com/ –
Posted in democracia, Liberdade, Tortura on 21 de Fevereiro de 2011| Leave a Comment »
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos recusou na madrugada do passado dia 9 de Dezembro de 2010 o encerramento da prisão de Guantánamo em 2011. Com 212 votos a favor e 206 contra, a Câmara aprovou um projecto que prevê o financiamento da cadeia pelo governo norte-americano até Setembro de 2011, decisão que impossibilita o encerramento do complexo prisional…
A movimentação da sociedade civil está a crescer, face a esta situação.
A Amnistia Internacional (AI) afirmou, no passado dia 6 de Fevereiro, que o antigo presidente norte-americano George W. Bush pode ser processado em qualquer país que tenha assinado a Convenção Internacional contra a Tortura, depois de ter admitido publicamente que tinha autorizado torturas em Guantánamo.
A Witness Against Torture apelou à acção, no inacreditável 10º aniversário que se anuncia (em Janeiro de 2002 foi detido o primeiro homem em Guantánamo).
E nós?
Sofia Vilarigues
Posted in Ambiente, crise, Cultura, democracia, Educação, Informação e Luta, Liberdade, Livros, Manipulação, mentalidade, organização, Participação, planeta terra on 18 de Janeiro de 2011| Leave a Comment »
Pontes de Mudança – para muito em breve!
Já há página no Facebook – liguem-se!
Sofia Vilarigues
Posted in a razão, capitalismo, CORAGEM, Geral, Luta!, organização, Participação, revolução, União on 31 de Dezembro de 2010| 10 Comments »
A PARTIR DE JANEIRO DE 2011, A PETROGAL – GALP APESAR DE TER JÁ AUMENTADO O PREÇO DOS COMBUSTÍVEIS AGORA EM DEZEMBRO DE 2010, PREPARA-SE PARA AUMENTAR MAIS E COM UM NOVO IVA OS PREÇOS DOS COMBUSTÍVEIS EM 2011.
É VERGONHOSO O QUE ESTA EMPRESA SEM ESCRÚPULOS E DE ÍNDOLE IMORAL TOCANDO A FRONTEIRA DO CRIME SOCIAL, VAI FAZER AUMENTAR TODOS OS BENS ESSENCIAIS DADA A LOGÍSTICA PORTUGUESA ESTAR CENTRADA EM ESTRADAS EM VEZ DE CAMINHOS DE FERRO.
DESTA FORMA OS AGIOTAS QUE NOS (DES)GOVERNAM, GANHAM FORTUNAS EM IMPOSTOS:
– IMPOSTO SOBRE COMBUSTÍVEIS = 60%
– IMPOSTOS SOBRE PORTAGENS = 60%
– IMPOSTOS IA = 33% ACRESCIDO DE IVA A 23% (DUPLA TAXAÇÃO)
– IMPOSTO DE CIRCULAÇÃO (VARIÁVEIS)
– IMPOSTO SOBRE INSPECÇÕES PERIÓDICAS OBRIGATÓRIAS = IVA A 23%
(Inspecções Periódicas a Veículos mais caras.
Os valores fixados pela portaria dos ministérios da Economia e das Obras Públicas, Transportes e Comunicações serão ainda acrescidos de uma taxa de 23 por cento relativa ao Imposto de Valor Acrescentado (IVA) e aplicam-se que às inspecções obrigatórias quer às facultativas.)
A GALP (PETROGAL – EMPRESA MONOPOLISTA) TEVE LUCROS DE :
Nas contas apresentadas, a Galp indicou ainda que os resultados antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBIDTA) ajustados cresceram 41,1 por cento, para os 677 milhões de euros.
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| Lucro de 266 milhões de euros |
TEMOS OS COMBUSTÍVEIS MAIS CAROS DO MUNDO
A PARTIR DE JANEIRO DE 2011 VAMOS FAZER UM BOICOTE TOTAL AOS POSTOS DA GALP, EM DEFINITIVO ATÉ QUE SEJAM FORÇADOS A BAIXAR O PREÇO DOS COMBUSTÍVEIS, POIS É ALI QUE LHES VAI DE FACTO DOER.
NÃO O FAZER, É UMA IRRESPONSABILIDADE E UMA VERDADEIRA PROVA DE COBARDIA, JUSTIFICANDO QUE O POVO PORTUGUÊS TÊM APENAS AQUILO QUE DE FACTO MERECE.
É ISSO QUE QUEREMOS?
BOICOTE TOTAL SEM LIMITE DE TEMPO
DESAFIO TODOS OS BLOGUES DE PORTUGAL A DIVULGAR E A INCENTIVAR ESTA INICIATIVA.
Posted in Geral, Informação e Luta, Liberdade, Manipulação, organização, Participação on 15 de Dezembro de 2010| 1 Comment »
Os WikiLeaks não são uma história, são as Mil e Uma Noites em edição ampliada
A festa frágil
A Web é uma festa. Ele é notícias em todos os jornais e em todos os sites e em todos os blogues. Ele é comentários e críticas e opiniões e discussões por todo o lado, dos think tanks às redes sociais, dos tablóides aos jornais sérios, das universidades às ONG. Ele é porta-vozes de governos e de bancos a dizer que não sabem, que não comentam, que não disseram, que não sabiam, que não fizeram, que não viram, que não ouviram, que não pediram, que não prometeram, que não roubaram, que não mentiram, que alguém percebeu mal, que era só a fingir, que não podem, que não estão. Ele é boicotes à Amazon e ao PayPal, ataques DDoS à Visa e ao MasterCard e a mais uns quantos, ele até transborda para manifestações IRL e petições e donativos e fundos de defesa e 1697 mirrors do site WikiLeaks. Ele é Keep us strong e Courage is contagious e Cavaco Silva, português suave, lembrando que “Portugal tem uma imprensa muito suave”. Ele é jornalistas a discutir o que devem fazer os jornalistas, jornais a explicar o que devem fazer os jornais, assessores a garantir que os jornais só estão a dizer coisas que já toda a gente sabia e que essas coisas por acaso até são mentira, cientistas sociais a tentar perceber o que é a Web, estudantes a perceber pela primeira vez para que servem os diplomatas, analistas políticos a tentar explicar que o cabelo branco de Assange prova que ele fez um pacto com o demónio, políticos a tentar perceber o que raio devem fazer os políticos, democratas a perguntar se tanta transparência não fará mal à vista, conservadores a gritar que chegou a anarquia, anarquistas a anunciar que vem aí o fascismo, candidatos presidenciáveis a lançar fatwas contra o líder da WikiLeaks, fascistas a aconselhar a zona da nuca de Assange onde se deve encostar a pistola, líderes religiosos a garantir que o tiro só será pecado se for ao domingo, lexicólogos a tentar perceber se WikiLeaks é feminino ou masculino, advogados a lembrar que não estão de lado nenhum mas que podem estar dos dois, polícias a lembrar o que pode acontecer a quem tentar dizer aquilo que lhe passa pela cabeça. Os WikiLeaks não são uma história, são as Mil e Uma Noites em edição ampliada, 24/7 e 360 graus. Ainda só foram divulgadas 0,5% das 251.287 mensagens mas o impacto começa a fazer ondas.
Houve duas coisas que o caso WikiLeaks já mostrou: o imenso poder mas também a imensa fragilidade da Internet. Se é verdade que surgiram logo centenas de sites-espelho para impedir que o boicote da EveryDNS e da Amazon impedissem o site de se manter no ar, é igualmente verdade que o bloqueio à WikiLeaks por parte de grandes empresas financeiras como a PayPal (subsidiária da EBay), a Visa e a MasterCard quase conseguiram asfixiar a organização.
Actualmente, a coordenação das actividades de apoio à WikiLeaks, a Julian Assange e a Bradley Manning (o analista militar na origem do Cablegate) faz-se usando principalmente duas redes sociais: o Facebook e Twitter. O que aconteceria se uma delas (ou ambas) decidisse tomar uma atitude contra a WikiLeaks – como fizeram as até então insuspeitas Amazon e PayPal – devido a pressões políticas?
A Internet, espaço “anárquico” de “liberdade total”, não é um espaço de liberdade total e tem donos e chefes – como os chineses bem sabem. Umas poucas dezenas de grandes empresas controlam a Internet mundial: as comunicações, o hosting, as pesquisas, as finanças e as praças públicas que são as redes sociais. Uma situação cuja fragilidade só é sensível em momentos de crise como os actuais. O que esta crise mostrou é que é fundamental criar redes sociais que escapem a esses controlos e que possam funcionar de forma totalmente descentralizada, na cloud da Internet. Um desafio técnico mas um imperativo cívico.
José Vítor Malheiros
(jvmalheiros@gmail.com)
Partilhando, do Público.
Também me parece que: “O que esta crise mostrou [diria mais – veio de novo pôr em evidência] é que é fundamental criar redes sociais que escapem a esses controlos e que possam funcionar de forma totalmente descentralizada, na cloud da Internet. Um desafio técnico mas um imperativo cívico.”
Sofia Vilarigues
– http://eco-fenix.blogspot.com –