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Posts Tagged ‘2012’

«Decorrido um ano e meio de Governo do PSD/CDS, o país está mais atrasado no seu desenvolvimento, mais endividado e dependente, mais desigual, e menos democrático. Portugal está, hoje, muito pior.

O aprofundamento da política de direita promoveu a recessão económica, destruiu mais património público e recursos nacionais, provocou mais falências de micro, pequenas e médias empresas, aumentou ainda mais o desemprego e a precariedade, generalizou a pobreza e a exclusão, fez crescer o défice e a dívida (pública e privada) e trouxe de novo a fome a Portugal

«Vivemos um momento ímpar da nossa vida colectiva que implica o reforço da unidade na acção e a construção de alianças sociais que provoquem uma ruptura com a política de direita!

Um momento que exige a participação de todos – mulheres, homens, jovens, desempregados ou com emprego precário, reformados e pensionistas.

Todos sem excepção temos de dar continuidade ao caudal de protesto e luta que não pára e se agiganta!

Nós não amochamos. Agimos e lutamos por causas, valores e princípios!

Nós acreditamos que este País tem futuro!

Por isso, não lhes vamos dar tréguas!»

António Vilarigues

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  • Os mais de 35 mil milhões de euros a pagar de juros pelo empréstimo da troika correspondem à estimativa de toda a receita fiscal para 2012; daria para pagar todos os salários de trabalhadores da administração pública, seja central, local ou regional durante 4 anos.

  • Os 12 mil milhões de euros disponibilizados à banca, para que não tenham os accionistas – eles que receberam os lucros – que pôr dos seus capitais, são mais do que todas as pensões pagas pela segurança social aos reformados portugueses.

  • Os 8 mil milhões de euros que, entre pagamentos e garantias, já estão empenhados pelo Estado, directamente ou através da Caixa Geral de Depósitos, no BPN. Esses 8 mil milhões de euros chegariam para pagar durante 4 anos a comparticipação a 100% – isto é, a gratuitidade – de todos os medicamentos receitados em ambulatório em todos os hospitais e centros de saúde do Serviço Nacional de Saúde.

  • Os 450 milhões de euros já pagos no processo do BPP são aproximadamente a mesma verba retirada desde 2010, anualmente no abono de família e no rendimento social de inserção, em conjunto.

  • O mesmo governo que corta nas verbas para o Serviço Nacional de Saúde, entrega 320 milhões de euros em 2012 às parcerias público-privadas na saúde; é um valor quase 14 vezes superior a todo o investimento público do Ministério da Saúde em 2012, que é só de uns míseros 23 milhões de euros.

Na verdade são muitos os milhões que por aí andam a encher os bolsos dos mais ricos…

António Vilarigues

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Já entramos no ponto, onde já não há vergonha alguma, tal como, um certo pudor na maneira como se fazem as coisas… Já é quase tudo à descarada e às claras.
Até aos velhotes que trabalharam uma vida inteira lhes catam partes das reformas, das quais metade fica na farmácia.
Em Portugal, roubam os subsídios de férias e de natal aos trabalhadores, fazendo crer que os portugueses grandes malandros e calinas, vivem acima das suas possibilidades. País, como dizia, esse grande democrata e empresário vestido de grande autoridade moral e ética, Patrick Monteiro de Barros, que os portugueses trabalhavam 11 meses e recebiam 14.
Na verdade a questão dos subsídios, é um mito. O que conta na realidade é o bolo anual de rendimento que cada português recebe por via do seu trabalho. Discutir em quantas prestações mensais o recebe é desviar a essência da questão.
Ou seja, o rendimento anual do trabalhador português é baixo, em Portugal trabalha-se para se ser pobre.
Outro mito sob forma de argumento que se utiliza para vincular os portugueses à crise, é a de que durante anos compraram carros, viajaram para as Maldivas e para a República Dominicana, via crédito. Na realidade, estas dívidas nada têm a ver com o Estado, são dívidas privadas e pessoais que cada um individualmente contrai e cada um as tem de pagar a bem ou mal.

Em boa verdade, para nosso mal, o que tem ocorrido na realidade, é que temos tido um Estado gerido por corruptos sem ética de ser e até se algumas leis fossem cumpridas no seu espírito, falaríamos de criminosos que deviam estar encarcerados no sistema prisional da República.
A coisa é demais, os fulanos mascarados de deputados cozinham as leis de uma nação orientando-as para os interesses que representam, conglomerados empresariais, associações onde vestem aventais e fazem juras de obediência com aventais e bebem com cuspe o sangue dos pulsos uns dos outros, esta merda é demais.

Na prática a Lei, na sua essência está inquinada, está feita para que tudo fique assim, sem grandes pés-de-ventos.
Há algum tempo atrás, dizia o procurador-geral da República que tinha os mesmos poderes da Rainha da Inglaterra. Isto está de tal maneira, que o nosso sistema judicial nem vai ser capaz de condenar o Rei Ghob, quanto mais os criminosos que se encheram com o BPN.
Devido ao BPN o Estado já enterrou directa e indirectamente à volta de 8.500 milhões de euros, o suficiente para pagar os subsídios de natal e férias aos malandros e calinas portugueses que fazem de conta que trabalham e que auferem um rendimento médio de 620 euros, vivendo acima das suas possibilidades com as suas vidas de luxo.

Outro exemplo, mais do que gritante, é surreal no mínimo, o governo regional da Madeira. Caso houvesse leis e sistema judicial capaz, toda a família Jardim já deveria estar presa e por muitos anos. Aquilo é uma corrupção total. Até para abrir uma loja chinesa tem de se ter a bênção da mulher jardim.
E toda a gente a ver isto e achar uma piada imensa.

No caso EDP, agora uma empresa nacional vendida ao desbarato, que foi uma das imposições da troika, que deveria ser privatizada, na verdade e ao arrepio das directivas comunitárias, foi re-nacionalizada pelo Estado chinês. Por outro lado, com argumento de ser agora uma empresa privada, ninguém tem nada a ver com escandaloso ordenado de Eduardo Catroga porque tem um currículo notável. Podia até ter 50!
Mas o que é que interessa ao agora cliente da EDP que produz um produto de primeira necessidade pagar na sua factura os investimentos que faz mundo fora para gerar lucros aos seus accionistas privados?
Bem se veja, que alguns andam a tratar da sua vida.

Muitas pessoas não têm a noção da realidade, pois vivem na azafama do seu dia-a-dia para alimentar toda esta corja. Passa ao lado o que ontem a Standard & Poor’s fez à Europa, onde nas entrelinhas é dito formalmente que Portugal não vai conseguir pagar a sua dívida sem necessitar de mais um empréstimo, que a Itália vai colapsar e não haverão fundos de resgate suficientes para ajudar a economia italiana e por aí adiante.
Fica a questão para exercitar o intelecto meio inerte – Se foram os políticos que nos levaram a este estado, será que vão ser os actuais que carregam o mesmo ADN nos irão fazer sair desta crise inventada? Obviamente que não.

Estamos a chegar ao ponto, que manifestações pacíficas, palavras de ordem ou que todos façam figas resulte numa mudança.
Estamos a chegar ao ponto, de um balázios bem metidos no meio dos olhos.
Estamos a chegar ao ponto, de pendurá-los numa forca, com julgamentos sumários.
Estamos a chegar ao ponto, de expropriar à força bens num contexto de interesses colectivos.
Dentro da convicção de que a Lei está ferida de morte, outras Leis poderão ser escritas.
Ao ponto que chegou, isto já não vai com flores…

Vejam bem…

Publicado em simultâneo Extrafísico.

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2012

“Quando se diz que a Humanidade chegou a um período de transformação, e que a Terra deve elevar-se na hierarquia dos mundos, não veja nestas palavras nada de místico, mas, ao contrário, a realização de uma das grandes leis fatais do Universo, contra as quais se quebra toda a má vontade humana”.

De acordo com os Maias e os Aztecas o Sexto Ciclo do Sol é para começar em 21/12/2012. Este Ciclo é também conhecido como a “Mudança das Eras”.
Conforme as suas previsões é para ser o início de um ciclo que é baseado na harmonia e no equilíbrio.
Ao que, o planeta Terra está a passar por uma grande mudança na percepção da consciência e da realidade.
Os Maias têm 22 calendários no total, que abrangem muitos ciclos de tempo no Universo e no Sistema Solar. Alguns desses calendários ainda não foram revelados.
O Quinto Mundo Maia terminou em 1987. O sexto mundo começa em 2012. Portanto, estamos actualmente “entre mundos”. Este tempo é chamado de “Apocalipse” ou revelando.
Isto significa que a verdade será revelada. É também o momento de se realizar transformações individuais e colectivas.

De facto, em 2007 começou um processo de catarse global de consequências imprevisíveis, independentemente das múltiplas opiniões económicas, políticas, sociais e até climatéricas. Tem ganho forma uma inevitabilidade, que é antiga e que vem dos tempos antigos, ninguém prevê o dia de amanhã, nessa linha, qualquer comentário ou previsão, tem a credibilidade que tem, muito próximo do zero.

Os Maias também dizem que em 2012 teremos ido além da tecnologia como a conhecemos. Teremos ido além do tempo e dinheiro. Teremos entrado na quinta dimensão depois de passar pela quarta dimensão.
À medida que caminhamos pela quarta dimensão efectuando nossa transformação íntima, vamos experimentando uma mudança na consciência. A quarta dimensão é mais um estado de espírito do que um lugar real.

O Planeta Terra e o Sistema Solar entrarão em sincronização galáctica com o resto do Universo. O nosso DNA sofrerá um “upgrade” (uma espécie de reprogramação) vinda do centro de nossa galáxia. Ou seja, em 2012, o plano do nosso Sistema Solar vai alinhar exactamente com o plano da nossa galáxia, a Via Láctea. Este ciclo tem leva aproximadamente 26.000 anos para se completar.

O tempo está realmente a acelerar (ou a entrar em colapso). Tempo no entanto não existe – apenas o agora existe – como todas as pessoas conscientes o sabem.
Tal como é comprovado pela Ressonância Schumann (um conjunto de picos do espectro do campo electromagnético) que é normalmente de 7,83 ciclos por segundo. No entanto, desde 1980 essa ressonância vem subindo lentamente.
Agora está em mais de 12 ciclos por segundo. Isto significa que há o equivalente a menos de 16 horas por dia em vez das antigas 24 horas. É por isso que o tempo parece estar a correr tão rápido. Pode-se dizer que não é “tempo”, mas a própria Criação, que está acelerando.

Resumindo, o tempo é relativo nas inúmeras variações; sejam físicas, espaciais e espirituais, e dentro destes em cada um também variam.
Como corolário, fica a pequena nota, de que o planeta em que vivemos e partilhamos actualmente é um pequeníssimo ponto da nossa galáxia, sem esquecer, de que existem muitas e muitas galáxias. Apenas para nos posicionarmos na nossa ordem de grandeza.

Publicado em simultâneo no Extrafísico.

# Zorze

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Sempre vivemos sob chapéus de ideias dominantes. Individualmente ou colectivamente, atendendo aos níveis evolutivos desta espécie, colocada assim que meio perdida neste planeta e à medida que vai formando redes cada vez mais complexas de sinapses entre os neurónios, sem sombra de dúvida, que ainda estende a mão para se segurar na protecção que instintivamente entende que lhe proteja das agruras e principalmente lhe indique um caminho a seguir. Assim sente-se preenchida e fica imbuída de um certo sentido de vida. Extremamente adaptável, copia modelos sociais conforme a zona geográfica por onde pulule e pela conjugação de factores, sente-se membro dum grupo, absorvendo ideias e pensamentos dominantes, quer pelo status e pela classe social onde se  sinta inserido. Ou seja, tem muito a ver, com a localização geográfica onde se é atirado para a vida e na classe onde matura física, psicológica e sentimentalmente.

Tome-se a seguinte palavra como somatório de outras três, para que se tenha uma ideia, pensene como conjugação de; pensamentos, sentimentos e energia.
Um mesmo pensamento, pode-se tornar diferente noutro espaço e noutro tempo, ao mesmo tempo que ocorrem sentimentos e se conjugam energias nos mesmos espaços e tempos, e noutros em contextos diferentes, nas aprendizagens que resultam per si, individuais e conforme a interpretação que cada um dá per si. Ou seja, é um mundo de múltiplas sensações…
Tomando a questão do pensene, temos o holo-pensene, ou doutra forma o pensamento dominante, agora sabemos, que é mais do que o pensamento. É também sentimento e energia grupal.
Todos sabemos determinar o holo-pensene de uma determinada empresa ou de um bairro, ou até de um país e em traços largos, até de um continente.

Enquanto na Europa, no início da década, um conjunto de países apostaram numa moeda única, sem crerem que economias com ritmos diferentes, com sistemas jurídicos com os seus próprios ADN’s, forjaram a prazo, o seu próprio fracasso.
Em linhas muito gerais e de forma que o senso-comum permita compreender, consideremos um individuo normal, com o seu trabalho quotidiano. Através do seu salário, compra as suas mercearias, os panadinhos da Iglo e o chá de cavalinha, ao mesmo tempo, através da sua capacidade credíticia consegue adquirir o seu apartamento T2 e um veículo automóvel que fica a pagar até perfazer 80 anos.
Agora, imaginemos que perante este indivíduo, surgia um tio muito rico que se prontificava a ser seu fiador. A sua capacidade de crédito era n vezes multiplicada, talvez comprasse um Porsche ou um Ferrari, em vez de um apartamento em Odivelas, adquirisse uma vivenda no Estoril e por aí adiante. A certa altura, dá um amoke ao fiador, e este afirma que já não paga.
Nesta analogia muito grosseira, mostra o que se tem passado na Europa, desde a criação do Euro, que os países do sul têm tido acesso a crédito muito barato, por serem elementos de um grupo maior, e daí lhes permitiu endividarem-se de forma alarva, consoante as promessas eleitorais dos respectivos partidos políticos que foram gerindo, para nossa desgraça, nas formas mais corruptas possíveis, enriquecendo meia-dúzia de empresas, onde eram, são e poderão ser seus colaboradores.

A Alemanha fiadora, não quer assumir mais, as responsabilidades de outros. Apesar de os ter ajudado a afundar. Deu crédito a Portugal para-lhes comprar dois submarinos, a Grécia comprou seis. Aliás os gastos da defesa grega sempre foram sumptuosos, devido ao medo turco. A grande questão, é correr atrás do dinheiro. Ele – o dinheiro – saiu da Alemanha e voltou na forma de amortizações e de compras que impulsionaram a indústria germânica.
E quando se ouviam vozes de alguns incautos dirigentes políticos alemães do tipo; os gregos que vendam as ilhas, os gregos que saiam do euro, etc…
Bastou a bandeira do referendo grego, para tudo tremer. Afinal se a Grécia sair do euro, não só o Euro, mas como, todo o status quo da União Europeia cai, tal como um simples castelo de cartas.

Voltando ao conceito do holo-pensene, uma certa elite criou e tem mantido por gerações as tais linhas de pensamento dominante.
A rentabilidade e o lucro acima de tudo. Tais ideias foram tão bem vendidas que trespassam as nossas sociedades em todos os seus espectros.
O doente, deixou de ser um utente, passando a ser um cliente mensurável na sua rentabilidade.
Um trabalhador/empregado/colaborador não mais é do que uma identificação numérica em código de barras, tal como uma mesa, um candeeiro ou uma peça de máquina substituível, logo que “avarie”.
O consumidor final, passou a ser encarado como uma peça manipulável que adquire um produto que não precisa.

Neste verdadeiro jogo de casino, os vários intervenientes políticos dos mais variados países, que apenas proliferam larachas inócuas do politicamente corrente sem substância alguma, são apenas ferramentas de patamares superiores, quase inantingíveis, sem rosto. Raras vezes, têm pontos de contacto, como as muito publicitadas reuniões Bilderberg e todas as outras que ocorrem fora do calor dos holofotes mediáticos. Não são eleitos, mas elegem sob os seus altos patrocínios e têm na mão o maior negócio do planeta, a criação do dinheiro a partir do quase nada.

Ao que se levanta uma singela questão, constatando que existe uma agenda e uma mão inteligente que orienta um fio condutor “desta crise”, a questão tem a sua pertinácia derivada da sua essência no tempo e de outros elementos.
Será que contaram com os factores de imprevisibilidade e com todos os imponderáveis subjacentes?

Publicado em simultâneo no Extrafísico.

# Zorze

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Os assassinos económicos são indivíduos pagos por sistemas que objectivam liquidar a economia de um país para o controle dos seus recursos, sob várias formas, algumas até legais. No chamado primeiro mundo das civilizações ocidentais, das falsas democracias que abrangem a quase totalidade das nações apelidadas de modernas, ambientais e dos direitos humanos, na verdade, a questão é, como sempre foi, o controlo dos recursos e poder, e o poder corrompe absolutamente.

A nacionalidade destes “hitman killers” pouco importa, mas importa sim, a sua capacidade de persuasão e gestão psicológica de situações conjugadas em variadas situações previsíveis lógicas, ou não. Quando não conseguem atingir os objectivos previamente propostos, são enviados, numa segunda fase “os chacais”, normalmente são operacionais de campo, de preferência locais, ou de outra forma mais directa, nativos que se conseguem infiltrar com maior percentual de eficácia. Estes, já não versados em diplomacia económica, tratam de tentar, limpar o assunto fisicamente.
Quando esta segunda fase falha a questão, então passa-se à fase seguinte do processo, a via militar e aí entra o longo braço militar com todas as complexidades que isso acarreta, principalmente no jogo político e por outro lado na capacidade dos departamentos da psique-militar.

A realidade que tomamos como certa, a circulação do dinheiro, os empréstimos à habitação, o dinheiro que temos depositado nos bancos, os pagamentos multibanco, todo isto, é na verdade um enorme logro, no fundo parece real, porque o utilizamos e mais, além de fazer parte da nossa vida, precisamos do sistema. O sistema, assente numa gigantesca fraude, apoderou-se do nosso dia-a-dia.

Em Julho de 1944, após a 2ª Guerra Mundial, no hotel  Mount Washington, em Bretton Woods – New Hampshire, realizaram-se as célebres conferências de Bretton Woods, em que principalmente, resultou a desregulação da paridade da criação de moeda em relação ao ouro, com fim à re-capitalização do sistema financeiro do pós-guerra.
Em 1971, o Presidente dos E.U.A. Richard Nixon, perante pressões directas na procura directa do ouro, após uma desgastante campanha no Vietnam e contabilistícamente os States estarem falidos, Nixon suspende unilateralmente o sistema Bretton-Woods e em parceria com a Arábia Saudita (na qual, ainda mantém uma base militar, por causa das tosses) faz com que a OPEP passe a vender petróleo, somente em dólares. Nasce o petrodólar.
Quem quisesse adquirir esse precioso recurso natural, tinha de comprar dólares para a obter, diga-se de passagem, dólares impressos frenéticamente pelo tesouro americano, a que, o enorme consumismo norte-americano foi disfarçando a bolha que iria rebentar.
Começou em 2008 e ninguém sabe como vai terminar, apesar destas elites apátridas recrutaram pessoas muitos inteligentes e que as há, mesmo assim, quando se possa desencadear uma violenta avalanche, ninguém sabe por onde ela irá desembocar.

Ainda existem ciências não exactas …

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Actualmente, a América do Norte tem 7,5% da população mundial e 30% do PIB, a Europa cerca de 5% da população e 30% do PIB mundial, a Ásia tem também cerca de 30% do rendimento criado em todo o mundo e 60% da população do planeta. Este reajustamento ou pressão vai continuar, pelo lado asiático com fortes crescimentos económicos anuais, a subir na percentagem do PIB mundial, tal como os países que lhes sobram os restantes 10% do PIB, África e América Latina, por contrapartida da estagnação e até redução dos dois blocos económicos América do Norte e Europa. Deste caldo prestes a entornar, está principalmente a Europa, que vê a crescente incapacidade de manter a filosofia do estado social que criou a partir da 2ª Guerra Mundial.

Com crescendo contínuo, a Ásia, liderada pelos seus dois gigantes, China e Índia, criarem excedentes financeiros colossais e que para terem valor, foram investidos na dívida pública norte-americana, que acabou por ter um efeito perverso, uma espécie de vírus a circular nas veias do sistema financeiro.
Os banqueiros e traders norte-americanos sempre com sede de dinheiro e com índices elevados de ganância, começaram a constituir fundos de fundos, inventaram ainda mais fundos investimento de coisas absurdas, criaram fundos cotados na base de créditos a estudantes universitários e a créditos habitação de risco na crença da eterna valorização imobiliária. Quando as pessoas deixaram de pagar os seus créditos hipotecários por incapacidade financeira, o mercado imobiliário foi inundado de imóveis devolutos, à qual e impiedosa lei da oferta e procura, fez com que os imóveis desvalorizassem e por consequência muitos fundos de investimento começaram a ruir, levando alguns bancos a colapsarem. Esses fundos já tinham sido vendidos um pouco por todo o mundo, criando prejuízos irreparáveis, também um pouco por todo o mundo.

Já em 2005 o economista Nouriel Roubini afirmava “o preço dos imóveis residenciais surfava em uma onda especulativa, que brevemente faria afundar a economia“, foi apelidado de Cassandra, hoje é considerado um génio. Hoje afirma que se está a formar a “Tempestade Perfeita” com base na crise orçamental dos E.U.A., no abrandamento da economia chinesa, na reestruturação das dívidas na Europa e na estagnação económica do Japão, “todos os países estão a adiar a questão da elevada dívida pública e privada, e todos estes problemas poderão vir ao de cima em 2013, o mais tardar“, afirma o economista.
Não nos esqueçamos que há milhares de anos houve previsões para uma espécie de evento para Dezembro de 2012. Ou é uma enorme coincidência, ou é um enorme acaso das circunstâncias!

Sendo que agora se têm levantado algumas vozes dos principais credores da Grécia, que se esta cair terá consequências para a economia mundial. O factor psicológico do medo e da incerteza para assustar os mais incautos, que são a maior parte das pessoas.
Enquanto isso “ajudam” a Grécia com mais contratos de negócio, ou seja, mais empréstimos remunerados, só aprovados à consignação de extorquir ainda mais o povo.
Se há um ano a Grécia não tinha condições para pagar a dívida, hoje e mais endividada, obviamente menos condições tem. Tal como Portugal, tal como a Espanha, a Bélgica, a Itália e por aí adiante. As economias europeias estão estagnadas, os mercados para onde antes exportavam, tem agora cada vez mais concorrentes a vender mais, melhor e mais barato, sem esquecer que esses concorrentes não têm estados sociais para alimentar, nem direitos laborais para acautelar.

A questão de que se fala acerca da regulação é outra enorme falácia, não existe, nem existirá. Pois a quem cabe regular é uma das partes interessadas na desregulação, porque no caos, se fazem bons negócios.
Tal como o clima e as tempestades cada vez mais violentas, que custam muito dinheiro. Vejam-se os casos recentes do Japão e da Nova Zelândia.

Isto está demais …!
Ou será que passou na cabeça de alguém de que vivemos numa sociedade regulada?

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