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Posts Tagged ‘guerra’

Hoje lembrei-me DESTE Cristiano:

«Em Novembro de 2012, o jogador (…) deixara exultantes os palestinianos quando decidiu doar 1,5 milhões a crianças e escolas na Faixa de Gaza, depois de ter ganho uma Bota de Ouro, leiloada pela fundação do clube espanhol. Já em 2010, o madeirense que iniciou a carreira no Sporting vendera uma grande parte do seu calçado desportivo para financiar escolas no território fronteiriço com o Egipto e governado pelo movimento islâmico Hamas, onde nada ou ninguém entra sem autorização de Israel.»

E DESTE Ronaldo:

«Um mês após o jogo da Seleção Nacional frente a Israel surgem agora imagens que mostram Cristiano Ronaldo a recusar trocar a camisola com um dos jogadores da equipa adversária.

«Não troco camisola com assassinos», terá afirmado o jogador nos balneários, quando os jornalistas o questionaram porque recusou a troca de camisolas.»

adaptado de um e-mail enviado pelo Cid

Publicado:

António Vilarigues

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«Entre o início da Segunda Guerra Mundial e a conquista de Saigão, Vo Nguyen Giap foi decisivo na derrota militar de três potência imperialistas – Japão, França e EUA -, venceu dezenas dos seus mais prestigiados generais, foi figura no ocaso do «império do sol nascente» e da IV República Francesa, bem como de quatro presidentes norte-americanos.»

«Giap foi uma daquelas raras personalidades que, produto da própria agudização das contradições sociais, são chamadas a protagonizar os grandes combates e transformações que fazem andar para diante a roda da História. Por isso mesmo, o papel revolucionário que ao lado de Ho Chi Minh desempenhou, é inseparável do seu povo, do seu partido, do seu ideal e projecto de uma nova sociedade livre da opressão nacional e da exploração de classe.»

«os imperialistas são péssimos alunos, demos-lhes lições durante vários anos na nossa escola, não aprenderam nada e foram repetentes durante tantos anos que tivemos que correr definitivamente com eles» General Vo Nguyen Giap Argel, 1975

«Segundo o marxismo-leninismo, o motor do desenvolvimento da sociedade humana dividida em classes, é a luta de classes, e são as massas populares as que sempre fazem a história. Portanto, ao analisar a relação entre o homem e a arma, nosso partido afirma que é o homem o fator decisivo, e critica energicamente a teoria burguesa de que a arma é o decisivo.»

«Mas a polícia francesa prendera a sua mulher e a sua cunhada para as utilizar como reféns para pressionar Giap e para o levar a entregar-se. A repressão foi feroz: a sua cunhada foi guilhotinada e a sua mulher foi condenada a prisão perpétua, vindo a morrer na prisão ao fim de três anos em consequência das brutais torturas a que foi sujeita. Os carrascos assassinaram também o seu filho recém-nascido, o seu pai, duas irmãs e outros familiares

«Por isso pôde concluir que «arma nuclear influi enormemente na estratégia e na táctica militares, mas não muda a estratégia revolucionária do proletariado nem o faz confundir quem são os seus inimigos e quais são os seus amigos. As armas nucleares influem no desenvolvimento das hostilidades e da vitória mas não são o elemento determinante da vitória e tampouco mudam a perspectiva de desenvolvimento da sociedade.

Na guerra o factor decisivo é e será sempre o homem; as massas populares são e continuarão a ser as forjadoras da história.»»-

António Vilarigues

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Inundar a blogosfera com a denúncia do genocídio há muito engendrado, é dever de todos os que lutam pela paz. O crime que se avizinha, além do sofrimento que provocará, pode pôr em causa a nossa própria sobrevivência como espécie. O despoletar de uma agressão – não se pode designar sequer como confronto quando o agressor detém o maior arsenal bélico da história da humanidade – o despoletar de uma agressão, dizíamos, sabe-se como começa mas não como termina.

Nos Estados Unidos e no Reino Unido – expoentes do imperialismo – os povos manifestam o seu horror à guerra. Todos nós somos assolados por problemas sem fim e para os quais temos que procurar soluções, mas a prioridade das prioridades é a de preservarmos a paz denunciando os belicistas que vêm semeando o sofrimento por todo o planeta.

Estátua-símbolo da liberdade ianque

««SOCIALISMO OU BARBÁRIE»»

Cid Simões

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Com todo o ar mais seráfico possível, os mais variados opinion makers portugueses dizem em uníssono que a populaça em geral vive acima das suas possibilidades.
Na verdade, as possibilidades dos portugueses, em termos médios, sempre viveram a possibilidade de salários baixos como comprovam alguns índices económicos, que para comprarem a merda de um frigorífico ou de um fogão, têm de recorrer ao crédito.
Não falando das filas escondidas nas traseiras das santas casas de misericórdia, com sacos do pingo doce ou do continente, na esperança de serem preenchidos, lembrando outrora, que foram atirados para a merda por filhas da puta que esquizofrenéticamente tentam “o tudo por tudo” para agradar hierarquias com números competitivos, e que mesmo assim encerram unidades de negócio, comentando entre si, que há gente parva e que acredita no Pai Natal.
A realidade da sopa dos pobres na almirante reis, quando ao mesmo tempo os funcionários do BdP, dos seus gabinetes vislumbram filas cada vez mais longas, num país que já vendeu em pedaços a sua soberania.
Mas que tamanha vergonha!

Há coisas incríveis e que se tornam incrédulas perante toda a passividade de um povo anestesiado, sem falar do rol de queixinhas, como muitos gostam de apregoar.
Uma das queixinhas, que pela mentalidade dominante não devem ser levantadas é a questão do PPR de Miguel Cadilhe que impôs para presidir ao BPN, quando todos já sabiam, que o referido banco estava na completa falência, o ladrão impôs um PPR de dez milhões euros. O sacana, considerado pelo establishment como pessoa séria e de currículo académico ímpar, nem esteve lá meio ano, mas ficou com a grana. Mas que granda filha da puta do caralho, sem falar da parte ética e moral da questão e não obstante da informação de todo um quadro negro da instituição. Isto apenas é um exemplo, uma parte de muitas …!
Que hoje, idosos com muitas dificuldades para pagar os seus remédios na farmácia, pagam a sua injusta quota-parte.
O BPN, foi um regabofe de tal forma escabroso, que todos nós pagamos, mesmo que muitos de nós não nos apercebamos. Um regabofe, onde se passearam, principalmente, ex-ministros da maioria de Cavaco.
As leis têm de ser cumpridas, a experiência histórica diz, que mais tarde ou mais cedo e de uma forma ou de outra a justiça impera, na maior parte das vezes, na sua forma mais cega.

Por outro lado, o socialismo maçónico, conduzido pelo PS, agravou ainda mais a desgraça deste país. De facto a entrega de Portugal a estes dois partidos políticos, PS e PSD, revelou-se um desastre total, com os resultados à vista de todos. Verrascas do pior, numa linguagem mais contida, até comeram meninos em festas, os verrascas.

Um e outro, desmantelarem a parca indústria portuguesa, desde as fábricas de sabões, às da borracha. Quem conheceu o Poço do Bispo em Lisboa de outrora, sabe do que se fala.
Um país com condições climatéricas ideais para a produção de cereais, destruíram essa capacidade produtiva, para agora comprarem através de crédito externo, as necessidades cerealíficas da população.
Por falar em socialismo, mas que merda é essa da fundação Mário Soares? O que é que apresenta, o que é que produz, para justificar as subvenções que recebe?
Porque é que os media tanto defendem Mário Soares, tal como a classe política em geral? Quando na verdade, foi um dos primeiros obreiros da desgraça nacional, seguido por Cavaco e depois por avulsos do PS e do PSD.
Porque chegamos a este ponto? Não há acasos nem ocasos, mas sim, responsáveis que nos levaram a este ponto e que ainda estão a tempo de ser responsabilizados, não só politicamente, como criminalmente.

Com tudo isto, vêm agora os actuais seráficos ministros da actualidade, donde se destaca o da economia. Álvaro Santos Pereira, que deve ser uma pessoa muito interessante, que veio dos meios académicos do Canada e que até escreveu um livro sobre Portugal e cuja cientificidade é por demais reconhecida, falta-lhe um pequeno pormenor que não de somenos importância, a aplicação prática das teorias ao dia-a-dia real das pessoas. É um teórico, onde lhe falta perceber que o Canada não é Portugal. A empresa, o pensionista e o assalariado canadiense é conjucturalmente diferente do português.

Álvaro, Gaspar e Coelho, o ultra-liberalismo do qual são adeptos faliu, basta ver na televisão, e depois, entre a teoria das salas de universidade e a realidade do dia-a-dia vai uma grande diferença. Meus caros, matar a economia e depois esperar que ela cresça, só com drogas que ainda não foram inventadas!

Publicado em simultâneo no Extrafísico.

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Há poucos dias atrás celebrou-se o décimo aniversário do atentado terrorista de 11 de Setembro de 2001, donde o facto mais relevante foi a queda das torres gémeas designadas por World Trade Center em NY, o 9/11 que mudou o mundo, para pior, diga-se de passagem.
O atentado foi terrorista e dele morreram milhares de pessoas, a grande dúvida subsiste; quem o ordenou, quem o planeou e quem o executou?Dúvida que permanece ainda no ar, perante todas as incongruências dos factos e das investigações semi-boicotadas, muitas delas efectuadas para baralhar e orientar a opinião pública para meias-verdades.O documentário que segue em baixo, foi puxado do blog de Daniel Simões – Naturologia, realizado pela cadeia de televisão britânica ITV (???), mas a reportagem é extremamente incisiva, focando principalmente, os jornalistas de topo dos maiores grupos de média norte-americanos e britânicos, no relativo ao tema da enorme campanha de propaganda levada a cabo pelos líderes de então, a dupla famigerada, senão diabólica, Bush-Blair, para a invasão do Afeganistão e do Iraque.
Alguns jornalistas, reconheceram que deveriam ter sido mais assertivos, outros torcem-se mais para admitir que não estavam tão errados mediante a informação de que dispunham à época.
Mostra a parte que os povos da chamada comunidade internacional não viram.
As imagens das crianças mortas, soterradas, ameaçadas e das que ficaram sem pai nem mãe.
Ao que parece, as bombas amigas também matam… As imagens que passaram nos media, principalmente, são as de árabes maluquinhos da tola aos gritos e a dar tiros de metralhadora para o ar.
Todos consumiram, uma gigantesca operação de propaganda de contornos complexos, para dirigir a opinião dominante num determinado sentido.

Na realidade, não existe lado bom nestas questões. A triste verdade é que na guerra, disputam-se recursos naturais, poder geo-político e status-quo.
Ou seja, é tudo merda, onde crescem mentalidades do “nós contra eles” em ambos os lados, em que sempre, se elaboram argumentários; apaixonado/românticos, intelectuais, políticos e religiosos.
Factualmente, é que cada um dos lados, envia os filhos dos seus povos, para a queima, são a carne para canhão.
Se os soldados, de todas as guerras, soubessem a verdade dos verdadeiros interesses das suas hierarquias, muito provavelmente, não haveriam guerras.

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Italo Balbo al centro fra Benito Mussolini ed un altro gerarca, durante una serata di gala in Libia

E mais comentários, para quê?

Entretanto, a «esquerda combativa», demarcando-se do Leninismo – e até achamos bem que se demarquem… – continua a apoiar a intervenção imperial. Mas, isto já não é novidade…

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

António Vilarigues

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A rede Gládio, criada pela NATO e financiada pela CIA, dispôs de uma base eficaz em Portugal, segundo apurou o historiador suíço Daniele Ganser, baseando-se em investigações feitas em Itália. Conluiada com o regime fascista, a NATO serviu-se deste dispositivo militar secreto para assassinar opositores internos a Salazar, bem como líderes revolucionários africanos de primeiro plano, caso de Amílcar Cabral.

O historiador  explica também a sua estreita colaboração com o fascismo português e com a sua polícia secreta – a PIDE.

António Vilarigues

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