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Ver e Ouvir I Have a Dream, discurso pronunciado no dia 28 de Agosto de 1963 na escadaria do “Lincoln Memorial“, há 50 anos:
Ler:

  • Martin Luther King                                                           

adaptado de um e-mail enviado pelo Jorge

António Vilarigues

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«Decorrido um ano e meio de Governo do PSD/CDS, o país está mais atrasado no seu desenvolvimento, mais endividado e dependente, mais desigual, e menos democrático. Portugal está, hoje, muito pior.

O aprofundamento da política de direita promoveu a recessão económica, destruiu mais património público e recursos nacionais, provocou mais falências de micro, pequenas e médias empresas, aumentou ainda mais o desemprego e a precariedade, generalizou a pobreza e a exclusão, fez crescer o défice e a dívida (pública e privada) e trouxe de novo a fome a Portugal

«Vivemos um momento ímpar da nossa vida colectiva que implica o reforço da unidade na acção e a construção de alianças sociais que provoquem uma ruptura com a política de direita!

Um momento que exige a participação de todos – mulheres, homens, jovens, desempregados ou com emprego precário, reformados e pensionistas.

Todos sem excepção temos de dar continuidade ao caudal de protesto e luta que não pára e se agiganta!

Nós não amochamos. Agimos e lutamos por causas, valores e princípios!

Nós acreditamos que este País tem futuro!

Por isso, não lhes vamos dar tréguas!»

António Vilarigues

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This clip is from the documentary 638 Ways to Kill Castro. In this clip Felix Rodriguez, the man who was ordered the assassination of Che Guevara tells his story of Che’s last moments and of his relationship with the Bush family over the years. In his lifetime he has attempted to assasinate Fidel Castro 3 times.

Para ver e ouvir Paco Ibañez a cantar «Guitarra en duelo mayor (Soldadito Boliviano)» de Nicolas Guillen:

El Che Guevara se equivocó… no se equivocó… no lo sé…

No lo sé y creo que en el fondo no me importa…

Porque, lo que sí sé… es que no le reprochan que se haya equivocado.

En el fondo, el che cometió un pecado imperdonable… Un pecado que no se perdona.

Hizo lo que dijo… y dijo, lo que pensó.

Imperdonable. En América Latina, no se como será en otros lugares del mundo, pero en América Latina… La palabra y el acto no se encuentran nunca. A veces se cruzan por la casualidad… Y no se saludan, porque no se reconocen.

Eduardo Galeano

António Vilarigues

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(…)

Como escritor, Alves Redol ficará na história, em primeiro lugar, como o autor do primeiro romance do neo-realismo português – Gaibéus – e, depois, por uma vasta e diversificada obra literária: romances, contos, teatro, histórias infantis, ensaios, que marcaram impressivamente a nossa literatura e fazem dele um nome maior da história da cultura portuguesa.

Com Gaibéus, Fanga, Avieiros, Vindimas de Sangue, Uma Fenda na Muralha, A Barca dos Sete Lemes, Barranco de Cegos, entre outras obras, Redol trouxe para a literatura os problemas dos trabalhadores, os seus anseios, as suas aspirações, as suas lutas. Nos seus romances, nos seus contos, nas suas peças de teatro, ele toma partido: com o seu talento, com a sua inteligência, com a sua sensibilidade, toma inequivocamente o partido dos explorados, dos oprimidos, dos humilhados e ofendidos, contra os exploradores e os opressores. E sabemos as implicações decorrentes de tal opção naquele tempo de ausência total de liberdade.

Não foi por acaso que Alves Redol conheceu por duas vezes a brutalidade da PIDE – como não foi obra do acaso o facto de ele ter sido o único escritor português obrigado a submeter os seus romances à censura prévia dos esbirros fascistas.

(…)

Para Ouvir e Ver:

António Vilarigues

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Manifesto

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Cinco afirmações do candidato dos trabalhadores:

1 – «A minha candidatura é a única que não tem responsabilidades ou quaisquer compromissos com as políticas que estão na base da actual situação e que protagoniza uma ruptura com a destruição da produção nacional, a exploração dos trabalhadores, a abdicação nacional, as injustiças sociais».

2 – «A verdadeira opção eleitoral é entre a minha candidatura, que denunciou e combateu um Orçamento do Estado destinado a impor mais sacrifícios, mais dificuldades e mais pobreza – e os outros candidatos que o patrocinaram, toleraram ou justificaram em nome dos interesses dos mercados, da acumulação dos lucros, das inevitabilidades ou de um alegado mal menor».

3 – «A verdadeira opção é entre os que, como nós, erguem os valores da solidariedade e da dignidade humana inseparáveis do direito ao emprego, de uma mais justa distribuição do rendimento, da valorização dos salários e pensões de reforma pelos quais lutamos – e os que, refugiados em discursos caritativos e encenada comiseração, exploram a pobreza que eles próprios promovem, instrumentalizando os sentimentos de solidariedade, iludindo as razões e responsabilidades pelo aumento sem fim do número de pobres».

4 – «Nesta candidatura e neste projecto não há lugar para o comprometimento com a política de direita, não mora a mínima promiscuidade com a especulação e os interesses do capital. Esta candidatura é expressão de um projecto e vontade colectivas, da coerência, da determinação, da identificação com os interesses dos trabalhadores e do povo».

5 – «O voto no dia 23 é uma oportunidade de mudança, uma opção entre dois caminhos e projectos distintos: aquele que a minha candidatura representa – a perspectiva de uma nova política capaz de livrar o País e os portugueses das dificuldades que a política de sucessivos governos têm imposto – ou a aceitação do rumo de injustiças e desigualdades que qualquer uma das outras candidaturas constitui».

A pergunta é:
algum dos outros candidatos está em condições de fazer sua qualquer destas afirmações de Francisco Lopes?

Gostava de ter escrito isto

António Vilarigues

Cinco afirmações do candidato dos trabalhadores

1 – «A minha candidatura é a única que não tem responsabilidades ou quaisquer compromissos com as políticas que estão na base da actual situação e que protagoniza uma ruptura com a destruição da produção nacional, a exploração dos trabalhadores, a abdicação nacional, as injustiças sociais».

2 – «A verdadeira opção eleitoral é entre a minha candidatura, que denunciou e combateu um Orçamento do Estado destinado a impor mais sacrifícios, mais dificuldades e mais pobreza – e os outros candidatos que o patrocinaram, toleraram ou justificaram em nome dos interesses dos mercados, da acumulação dos lucros, das inevitabilidades ou de um alegado mal menor».

3 – «A verdadeira opção é entre os que, como nós, erguem os valores da solidariedade e da dignidade humana inseparáveis do direito ao emprego, de uma mais justa distribuição do rendimento, da valorização dos salários e pensões de reforma pelos quais lutamos – e os que, refugiados em discursos caritativos e encenada comiseração, exploram a pobreza que eles próprios promovem, instrumentalizando os sentimentos de solidariedade, iludindo as razões e responsabilidades pelo aumento sem fim do número de pobres».

4 – «Nesta candidatura e neste projecto não há lugar para o comprometimento com a política de direita, não mora a mínima promiscuidade com a especulação e os interesses do capital. Esta candidatura é expressão de um projecto e vontade colectivas, da coerência, da determinação, da identificação com os interesses dos trabalhadores e do povo».

5 – «O voto no dia 23 é uma oportunidade de mudança, uma opção entre dois caminhos e projectos distintos: aquele que a minha candidatura representa – a perspectiva de uma nova política capaz de livrar o País e os portugueses das dificuldades que a política de sucessivos governos têm imposto – ou a aceitação do rumo de injustiças e desigualdades que qualquer uma das outras candidaturas constitui».

A pergunta é:
algum dos outros candidatos está em condições de fazer sua qualquer destas afirmações de Francisco Lopes?

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Homenagem a Miguel Hernández que foi preso em Portugal e entregue pela polícia portuguesa aos fascistas espanhóis.

António Vilarigues

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